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sexta-feira, 6 de outubro de 2017

EFEITOS DA PRIVAÇÃO DE SONO – BEBÉS E CRIANÇAS!

Ciclos de sono

Existe uma diferença considerável nos ciclos de sono da criança e do adulto. Um bebé in útero com 32 semanas de gestação dorme cerca de 90% a 95% do tempo. Já mais perto do nascimento 85% a 90%. Um ciclo de sono de um bebé até aos 3 meses é de cerca de 45 minutos e 50% do tempo é passado em sono profundo e os restantes 50% em sono leve.
No adulto o ciclo de sono é de 70 a 90 minutos e 70% do tempo é passado em sono profundo. É ainda importante realçar que de um ciclo para ao outro, o adulto já tem “competências” para voltar a um estado mais profundo; já o bebé ainda não sabe fazer este processo. Mas irá aprender!
Os ciclos dos bebés ao serem mais curtos que dos adultos sugere que os bebés obrigatoriamente acordam mais vezes.

O sono e a falta dele

O sono é de extrema importância para o ser humano (passamos 1/3 da nossa vida a dormir), é um estado de consciência reduzida mas fácil de reverter, sendo o sono fundamental para a reparação da mente, corpo e órgãos. De acordo com Beth Greer “durante o sono o nosso corpo trabalha para nos curar de doenças, faz reparações nos órgãos e rejuvenesce”.
Já a falta de sono é altamente perturbador quer em crianças, quer nos adultos apesar de os afectar de forma diferente.
As crianças:
  1. quando estão com sono tendem a ficar agitadas, em vez de relaxarem!
  2. os sintomas de privação de sono são mais visíveis, nas variações de humor e irritabilidade, que podem ser expressas em crises de choro, tendência a ter uma explosão emocional, em hiperactividade, sestas diurnas, cansaço pela manhã e relutância em levantar de manhã.
A privação de sono pode afectar a energia, o humor, a irritabilidade, memória, saúde física, aparência, e influenciar no peso corporal. Aliás a privação de sono era usada, pela CIA, PIDE, etc;  como método de tortura!

O porquê do sono ser tão importante

Sabemos que um sono saudável e reparador é determinante para o processo de aprendizagem, para os processos cognitivos, na atenção e concentração, para o estado de alerta, para o raciocínio e para a resolução de problemas. É durante a noite e enquanto dormimos que a consolidação das memórias acontece e se não se dormir o suficiente, aprender algo e lembrar-se é uma tarefa quase impossível.
 BY 

MÃE JÁ FOSTE ÀS COMPRAS? PARA TI, E NÃO PARA MIM!!

Uma das realidades é que depois de sermos mães, a nossa atenção, concentração, instinto, empenho e amor, estão no e para o nosso pequeno Ser-Filho.
Convivo com muitas mães em pós parto, e que durante 6,9,12,18 meses estão totalmente absorvidas e focadas em serem mães a 1000%. E como que por um passo de magia conseguimos “pôr” a mulher que existe em nós em 2º, 5º 7º plano! Ser mãe é também ter o dom de mediar isto! Cultivar e cuidar do nosso bebé e de todos lá em casa. Todos!
Um filho, de forma matemática: “ é o somatório” e um upgrad do amor e sintonia de duas pessoas. Costumo dizer: “um filho vem acrescentar algo especial, único ao casal e à nova família” – a esta vida a dois!
Criar, educar um Ser é “O desafio”…constante, sem fórmulas universais, é a missão das nossas vidas… Devemos estar lá sempre para eles.
Se formos organizadas e anteciparmos algumas questões, evitamos a exaustão e conseguimos certamente momentos em que podemos volta a cuidar de nós, da mulher que somos.
Cuidado! Se estamos demasiado “bloqueadas” apenas no nosso bebé e hipervigilantes no seu bem estar…o resultado pode ser inverso do que é pretendido.
Podemos estar tão absorvidas e acabamos por não cuidar do restante…que o nosso filho precisa para ser feliz: da família, das relações, das rotinas (promovem a segurança. E muita!), do lar, de ver o pai e mãe como uma unidade, de ver os irmãos como cúmplices…
Casais partilham comigo diariamente muitos aspectos relacionados com o sono, mas não só! E acreditem que muitos outros aspectos das nossas vidas influenciam realmente a qualidade do sono de cada um de nós. Nesse momento gosto de fazer uma reflexão com o casal..
Se o casal não estiver unido e a trabalhar a dois:
  • O Homem não se sente marido, pai, companheiro, seguro, desejado…
  • A Mulher não se sente esposa, mãe, companheira, segura, desejada…
Logo o vosso “somatório”, sente, vive, respira e absorve isso; mesmo que não lhe seja explicado por palavras. Porquê? Porque ele é vosso!
A maternidade e parentalidade são acompanhadas de muitas incertezas, dúvidas…mas acredito e vejo que mesmo quando não estamos a 100%, ou estamos demasiado exaustos…ainda assim damos sempre o melhor que conseguimos e sabemos aos nossos filhos.
Quando estou com uma mãe que constato ainda estar na fase de “não saio de casa, só se for para ir com o meu filho ao Pediatra, e nada mais!!” Então um dos meus truques, é despoletar com as recém mães e pais a conversa sobre:
“Já foi às compras?” Para si própria?”
E se a resposta é: “Não, ainda não fui!”
Perdoem-me cavalheiros, mas recomendo nesse mesmo instante. Aliás lanço o desafio e compromisso. Comprar uma peça de roupa nova, um miminho, fazer uma massagem, etc.
Não sou defensora de compras irracionais, mas esta tem o seu quê de terapêutica! Esta actividade de a mãe sair e ir fazer algo para si própria, faz com ela pare, respire, que se foque no seu Eu, que se distraia, que aumente a sua auto estima. O pós parto é um período da nossa vida muito exigente e a full time, temos de ter a noção e a consciência que precisamos de “carregar” energias. Esta mera actividade de sair e ir às compras, é uma forma de acarinhar a Mulher que existe em nós, mimarmo-nos ou comprar algo é uma actividade que me parece fazer todo o sentido nesta fase!
Encarem esta ação: Comprar a 1ª coisa para mim depois de ter sido mãe – como a alavanca para a retomada de uma “nova vida” em casal, em família, em sintonia e na direcção de uma parentalidade mais saudável.
 BY 

Sugestões da Táti Fernanda (Maria Caracóis) – Moda

Não sou mãe. Sou tia de dois ragazzos lindos: David e Rui Pedro. Tenho em mim o sentimento de cuidar, de proteger, de ser tudo para os dois educando-os. Não consigo colocar-me no lugar de mãe. Não seria justo. Não o pretendo fazer mas imagino que se, por um lado, vivem o tsunami feliz, por outro lado, deparam-se com a falta de tempo para se dedicar a o que quer que seja. O tempo é galopante. As horas não existem. Os minutos perdem-se entre a muda de fralda e a próxima mamada, entre tantas outras. A mulher está lá mas focada no papel de mãe. No meio deste novo mundo onde fica a mãe mulher e a mulher mãe? Já todos ouvimos dizer “nem tenho tempo arranjar o cabelo”, “precisava de sair mas como posso … “.
Nesta fase a mãe mulher e mulher mãe vão aprender a coabitar no mesmo espaço físico. As duas têm tempos e espaços próprios. Sem egoísmos e sentimentos de culpa a mulher mãe vai sair durante um curto espaço de tempo. Precisa de tratar de uns assuntos. Vai tratar de si. Este será o seu tempo. Esta saída acaba por ser perpetuar um momento de corte emocional versus físico versus compromisso. Como tal a mulher mãe precisa de sentir confortável. Na Pinkie temos a solução para si.
Brasão Queimado Popeline
– blusa em popeline em azul céu
– queimado corte.
 
– 3/4 mangas
– Encerramento teardrop traseira.
Calças Cenoura
– calças fluída em preto
– com bolsos e cinto com fivela
– 1 zíper coberto com um grampo
– Comprimento 64 centímetros costura
– Largura inferior 17 cm
Formadores Únicos de Palha
– Canvas Sneakers. 
– teste padrão floral no fundo preto.
 
– laço no topo.
 
– Palmilhas 3 centímetros de palha.

8 DICAS PARA TER MAIS SEGURANÇA NO BERÇO

  1. Não deverá ter espaços entre o colchão e as grades (ou seja não deve ser superior a 2 dedos) e o espaço entre cada uma das grades não deve ser superior a 6 centímetros.
  2. Quando se baixam as laterais, elas devem estar pelo a menos a 70 centímetros acima do colchão, na posição mais baixa.
  3. Evitar berços com decorações nos painéis e saliências. Certificar-se que tudo está devidamente bem montado de forma a evitar acidentes.
  4. O colchão deve ser firme, de material não tóxico, se já tiver colchão que seja usado colocar uma forra em algodão orgânico ou bamboo por exemplo.
  5. Evitar a utilização de qualquer elemento tóxico e sintético no quarto e na cama do bebé.
  6. Existem resguardos para colocar ao redor do berço mas que devem ser tirados quando o bebé já se coloca em pé sozinho no berço, para que não sirvam de degraus!
  7. Evitar no berço demasiados brinquedos e materiais plásticos.
  8. Aquando da compra do berço, verificar se ele atende a todas as especificações atuais de segurança.

segunda-feira, 22 de maio de 2017

“CÓDIGO POSTAL” PARA O SEU BEBÉ DORMIR EM SEGURANÇA


MARÇO 15, 2017 BY ANA PEREIRA

A chegada de um bebé para além de ser um momento especial, é acompanhada de inúmeras tomadas de decisão, dos futuros pais.
Hoje partilho alguns aspectos que são o código “postal” para o seu bebé ter um sono saudável e reparador.

BERÇO
  • Idealmente optar por um que cumpra todas as especificações de segurança;
  • Os espaços entre as grades não devem ultrapassar os 6 cm;
  • As laterais/lados do berço, quando levantados, devem estar pelo menos a 70 cm acima do colchão, na posição mais baixa;
  • O colchão deve ser bem adaptado ao tamanho do berço. Faça o teste: se 2 dedos couberem entre o colchão e os lados do berço, não é seguro usar!
  • Evitar berços com decorações nos painéis, e verificar com regularidade se no berço não existem peças desencaixadas, fora do lugar ou quebradas;
  • Recomendo que os tecidos usados no berço sejam 100% algodão, algodão biológico/orgânico, bamboo ou lã não tratada;
  • Se está a reutilizar um colchão, compre uma forra em 100% algodão, ou nos tecidos anteriormente referidos.
COLCHÃO
  • Este é um dos aspectos que quero realçar!!
  • Se passamos 1/3 a nossa vida a dormir – é de certo uma actividade fundamental para o bem estar do ser humano. Um recém-nascido dorme cerca de 16 a 17 horas diariamente. Sendo assim é fácil concluirmos que devemos estar atentos, e apostar num colchão confortável, de preferência hipoalergénico, não tóxico, sem materiais sintéticos. O colchão deve ser firme e plano de forma a que o bebé/criança não se “afunde” nele (risco de respirar demasiado dióxido de carbono).
ALMOFADA
  • Bebés saudáveis, até 1 ano de idade não precisam de almofada.
  • Precisam, por questões de segurança, de dormir com uma inclinação de pelo menos 15° – plano inclinado, que deve ser colocado em cima do colchão e por baixo do lençol.
TEMPERATURA
  • O ideal é que o quarto do bebé esteja entre 20 a 21 graus; e a humidade do ar entre 40% a 60%.
REGRAS E DICAS
  • Uma das regras de ouro da segurança, é colocar o bebé a dormir de barriga para cima.
  • Os pés do bebé devem tocar no fundo do berço, para não escorregar pelos lençóis, e de forma a criar limites/aconchego ao bebé.
  • Não use produtos posicionadores, cantos de protecção no berço, ou colchões especiais que ainda não estejam homologados para o efeito.
  • O cérebro dos bebés/crianças é de fina espessura, daí mais permeável a campos magnéticos, radiações e electricidade estática. Acredite, estes factores podem afetar verdadeiramente a qualidade do sono, assim como interferem com os ciclos de sono. No local onde o bebé/criança dorme é melhor evitar: monitores, televisões, telefones sem fios, telemóveis, tablets, interruptores de luz com regulação de intensidade, etc.

PARA SABER MAIS
Se quiser aprofundar mais este tema pode visualizar o press release da Comissão Europeia e/ou as recomendações da Sociedade Portuguesa de Pediatria:

AMBIENTE DE SONO PARA O BEBÉ E CRIANÇA

AMBIENTE DE SONO

É frequente relativizarmos ou negligenciarmos a criação de um ambiente de sono saudável, quer nos adultos, quer nas crianças e bebés. Assim como uma mãe procura a melhor escola para o seu rebento, também deve procurar propiciar todas as condições para um sono em pleno.
Existem medidas que servem como código postal para um sono saudável, como priorizar-se o sono de toda a família, cuidar do ambiente de sono, cumprir horários consistentes, criar rotinas, ter em atenção a alimentação, implementar um ritual antes de ir para a cama, fazer sestas regulares e adequadas à fase de desenvolvimento da criança.

OPÇÕES ACERTADAS

Certas opções que os pais fazem sobre o ambiente de sono vão influenciá-lo, aspectos a ter em consideração são o nível de silêncio/barulho, a temperatura, luz, conforto (colchão, medidas de segurança, etc.), televisões, computadores e outros aparelhos electrónicos….
Qualquer possibilidade de escolha para proporcionar um melhor ambiente de sono deve ser pensada e devem ser discutidas as vantagens e desvantagens. Em Consultoria de Sono é importante dotar os pais de informação sobre estes e muitos mais aspetos, para poderem decidir o melhor!
Tendo sempre em mente que cada bebé é diferente e único, habitualmente os bebés aos 3 meses começam a desenvolver um padrão mais regular de sono. A diminuição do número de mamadas acompanha este processo de regularização do sono e também o acelera.
De acordo com especialistas por volta dos 4 a 6 meses a maioria dos bebés está pronto para dormir entre 10-11 horas à noite. Se considera este número de horas de sono noturno uma utopia provavelmente todos aí em casa precisam de limar algumas arestas no que ao sono, diz respeito!

TERAPIA DO SONO

São inúmeros os pais que precisam de ajuda para melhorar o sono dos seus filhos! E quando recorrem à Terapia do Sono e  iniciam um plano nesse sentido, esse mesmo plano/treinamento terá sempre em conta as especificidades do bebé em questão e o estilo de parentalidade dos pais. O que queremos é que o bebé consiga substituir uma associação de sono por outra que não dependa de terceiros (pais/cuidadores).
O pretendido no final do plano é que a criança se sinta segura e consiga dormir sem precisar de ajuda, que faça a sua própria aprendizagem, que alcance esta habilidade!
 BY 

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Descubra a importância das sestas.


Quando os sinais de sono "espreitam" como agir?


Muitas crianças demonstram-nos Sinais de Sono e quando isso acontece e não nos apercebemos ou não atuamos de imediato, estamos automaticamente a perder a janela de oportunidade por excelência para colocar a criança no momento certo na cama e proporcionar-lhe um sono mais saudável. Outra regra de ouro é termos mais atenção quando chega o momento certo de colocar a criança na cama, ou seja deve ser sonolenta mas ainda acordada.

Existem casos em que alguns bebés não demonstram que estão com sono! E outros bebés só têm esses sinais quando já estão super cansados…mas a grande maioria mostra sinais como bocejar, mexe e remexe, abre os olhos completamente, esconde o rosto no peito, agitação, faz movimentos involuntários com os braços e pernas, esfrega os olhos e rosto, puxa ou mexe nas orelhas, demonstra menos coordenação de movimentos, perde interesse nos brinquedos, move-se para a frente e para trás, cai quando anda ou vai de encontro a móveis ou outras coisas que estejam no caminho. Estes sinais nem sempre são os momentos certos para por o bebé na cama, o ideal seria antes de eles se manifestarem... sim é uma tarefa desafiante… Devemos estar atentos quando o bebé já ultrapassou estes sinais! Quanto mais tempo entre a manifestação dos sinais e o momento de por na cama mais será a dificuldade em acalmar. Portanto o bebé deve ir cansado para a cama. À luz desta premissa, assim que se denotam um ou mais sinais de sono, é o momento de pôr na cama. Queremos que ele esteja cansado sim, mas não super cansado pois aumenta a probabilidade para ter dificuldades em relaxar e adormecer.
As necessidades de horas de sono, nos primeiros 3 anos de vida são dinâmicas e eu diria que devem ser revistas regularmente. Devemos ter sempre em conta as horas de sono do nosso bebé durante o dia e durante a noite, e também o somatório de ambas. Sermos sensíveis e atentos, ajuda-nos a conjugar o número de horas mediante as necessidades de cada etapa e facilita-nos ajustar o melhor para o nosso bebé. 
Ana Maria Pereira – Consultora Sono Infantil

Sono Infantil- Fundamental para o processo de aprendizagem.


Partilho hoje um estudo simples realizado pelo Departamento de Psicologia da Universidade de Sheffield, com 216 bebés, entre os 6 e 12 meses de idade, mas que nos elucida da importância do sono.

Especialistas ensinaram a 216 bebés uma nova brincadeira/tarefa. Uma parte das crianças foi dormir até 4 horas após a brincadeira. A outra parte das crianças não dormiu, ou dormiu por menos tempo do que seria adequado para a idade.
No dia seguinte quando foram, foram repetir a brincadeira com todas as crianças; quase a totalidade das crianças que dormiram, lembraram-se da brincadeira e repetiram-na.
100% das crianças que não dormiram horas suficientes ou nenhumas, não souberam repetir a brincadeira.
+ um estudo que + uma vez prova que o sono infantil é fundamental para o processo de aprendizagem, para além disso, estimular um a boa qualidade de sono está associado a um retardamento da deterioração da função da memória no ser humano.



Consultora de Sono Infantil
Ana Maria Pereira

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Sono Bebés/Crianças e Gestantes

Muitas crianças demonstram-nos Sinais de Sono e quando isso acontece e não nos apercebemos ou não atuamos de imediato, estamos automaticamente a perder a janela de oportunidade por excelência para colocar a criança no momento certo na cama e proporcionar-lhe um sono mais saudável. Outra regra de ouro é termos mais atenção quando chega o momento certo de colocar a criança na cama, ou seja deve ser sonolenta mas ainda acordada.

Existem casos em que alguns bebés não demonstram que estão com sono! E outros bebés só têm esses sinais quando já estão super cansados…mas a grande maioria mostra sinais como bocejar, mexe e remexe, abre os olhos completamente, esconde o rosto no peito, agitação, faz movimentos involuntários com os braços e pernas, esfrega os olhos e rosto, puxa ou mexe nas orelhas, demonstra menos coordenação de movimentos, perde interesse nos brinquedos, move-se para a frente e para trás, cai quando anda ou vai de encontro a móveis ou outras coisas que estejam no caminho. Estes sinais nem sempre são os momentos certos para por o bebé na cama, o ideal seria antes de eles se manifestarem... sim é uma tarefa desafiante… Devemos estar atentos quando o bebé já ultrapassou estes sinais! 

Quanto mais tempo entre a manifestação dos sinais e o momento de por na cama mais será a dificuldade em acalmar. Portanto o bebé deve ir cansado para a cama. À luz desta premissa, assim que se denotam um ou mais sinais de sono, é o momento de pôr na cama. Queremos que ele esteja cansado sim, mas não super cansado pois aumenta a probabilidade para ter dificuldades em relaxar e adormecer.

As necessidades de horas de sono, nos primeiros 3 anos de vida são dinâmicas e eu diria que devem ser revistas regularmente. Devemos ter sempre em conta as horas de sono do nosso bebé durante o dia e durante a noite, e também o somatório de ambas. Sermos sensíveis e atentos, ajuda-nos a conjugar o número de horas mediante as necessidades de cada etapa e facilita-nos ajustar o melhor para o nosso bebé.